vale do pati chapada diamantina

Vale do Pati – Chapada Diamantina

O trekking no Vale do Pati é passagem obrigatória aos turistas apaixonados por trilhas. Com fortes imersões neste ambiente bucólico que ainda abriga gerações de algumas poucas famílias, é possível ver e sentir a imensidão e a força da natureza da Chapada Diamantina.

Precisa de guia?

Não é obrigatório, mas é altamente recomendável que você visite o Vale do Pati com um guia experiente por alguns motivos simples e óbvios:

  • As trilhas tem várias bifurcações, que levam à vários atrativos;
  • Algumas trilhas são extensas e com poucas pessoas no trajeto;
  • Pontos de água nem sempre são visíveis ou de fácil acesso;
  • Contribua com o turismo local (muitos guias são moradores da região), isso ajuda na manutenção e preservação deste ambiente maravilhoso.
  • Contratando um guia ou agência, eles providenciarão sua estadia na casa dos nativos, além de dicas sobre o que levar, lanches, etc.
Trilhas do Pati

Como chegar?

O Vale do Pati tem várias trilhas de entrada e saída, por isso a entrada ao vale vai depender do seu guia ou agência e também do roteiro pretendido. Existem entradas pelo Vale do Capão que fica a 75 km de Lençóis, Guiné de Baixo em Mucugê a 120 km de Lençóis e muitos outros. Então o que vai decidir sua entrada é quanto tempo você terá no Vale do Pati e o que você escolheu conhecer.

Experiência

Fizemos o trekking de 3 dias e foi um roteiro interessante, porém um pouco puxado, já que nosso guia foi um amigo que mora na região e está bem habituado ao local. Ele nos mostrou as principais belezas do Vale e mesmo assim não conseguimos ver tudo. Concluímos que 3 dias no Vale do Pati é muito pouco por toda beleza que a natureza local oferece.

Lucas (amigo e nosso guia), Eulania, Gilmar, Dani e eu.

Vale do Pati – Dia 1

Entramos no vale pelo Guiné, na trilha dos Aleixos. É um acesso bem íngreme, mas talvez um dos mais curtos para acessar o Vale do Pati. Dali, seguimos para o Cachoeirão por Cima onde a vista é maravilhosa e tem mirantes populares com belas vistas pra fotografar. Depois seguimos para o abrigo da Igrejinha onde seria o pernoite do primeiro dia.

Mirante do Cachoeirão por cima


Vale do Pati – Dia 2

No segundo dia conhecemos as águas da Cachoeira do Funil onde um banho de cachoeira é bem válido. De lá seguimos o rio rumo à entrada do famoso Morro do Castelo, onde o desafio foi maior.

Circuito dos Funis

O Morro do Castelo (com seus 1.200 metros de altitude aproximadamente) mesmo sendo baixo em relação as maiores montanhas brasileiras, apresenta um grau de dificuldade considerável, pois sua trilha de acensão é bem íngreme com alguns trechos de escalaminhada.

Mirantes do Morro do Castelo

Vencido o desafio da subida, agora é hora de contemplar a gigante gruta de entrada ao Morro do Castelo e atravessar essa refrescante caverna depois do esforço da subida. Do outro lado descortinam-se as belas paisagens dos vários “braços” do Vale do Pati. Uma sensação impar. 

Encerramos o dia nas hospedagens do nativo “André” que fica ao lado da casa de Dona Raquel (famosa moradora do Vale do Pati).

Gruta de entrada no Morro do Castelo


Vale do Pati – Dia 3

No terceiro dia no Vale do Pati, seguimos para trilha do Cruzeiro onde há um mirante com uma Cruz e de lá seguimos para o famoso “Mirante do Vale do Pati” onde fizemos algumas fotos. Dali já estávamos bem próximos da saída do vale, pelo mesmo caminho que entramos.

Era hora de dizer “até logo” à esse lindo paraíso.

Mirante do Pati

Quer saber mais?

Para facilitar, separamos a “seção da Chapada Diamantina” em alguns posts: